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Só a diferenciação nos pode salvar dos robôs

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O ritmo da automação está a acelerar nas empresas em todo o mundo. Mas a tecnologia não é sinónimo de progresso para todos. Um estudo da OCDE divulgado esta terça-feira garante que o desenvolvimento tecnológico e a inteligência artificial podem agravar as desigualdades regionais entre os países e acentuar os níveis de desemprego em regiões já martirizadas pelo fenómeno

Catia Mateus

Catia Mateus

Jornalista

A tecnologia e a crescente automação do mercado de trabalho vão agravar as desigualdades regionais e podem ampliar os níveis de desemprego nas localidades onde ele já é mais elevado, se os países não conseguirem implementar estratégias de governança para as suas regiões assentes numa política de descentralização assimétrica. O alerta vem da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE) e tem por base um estudo sobre o futuro do emprego, divulgado no Porto, onde decorre até esta quarta-feira o Fórum da OCDE sobre os riscos da inteligência artificial aplicada ao emprego. Por outras palavras, a melhor forma de minimizar potenciais impactos nocivos decorrentes da automação do emprego é colocar nas mãos dos municípios as ferramentas necessárias para abordar o problema localmente, de forma diferenciada e personalizada. Mas não nas mãos de todos os municípios, nem em todos de igual forma. Confuso? Parece mais complexo do que na verdade é e já lhe mostramos porquê.

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