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Portugal e Angola “aos abraços”. Mas o passado não se esquece

Foto José Sena Goulão / Lusa

Há “paixão” e “abraços” mas também uma nova era na relação entre Portugal e Angola e foi João Lourenço a definir as regras do jogo diplomático: para que as coisas funcionem, é preciso “bom senso, pragmatismo e sentido de Estado”

Angola perdoa mas não esquece. No segundo e último dia de visita oficial de António Costa a Luanda, acabou por ser João Lourenço a definir o tom que vai dominar as relações diplomáticas entre os dois países no futuro: Angola está disposta a retomar e a fortalecer os laços de amizade que unem os dois países mas não esquece o que aconteceu. E estará atenta.

Na véspera, António Costa tinha-se esforçado por desvalorizar o “irritante” que toldou o ambiente entre os dois países nos últimos meses - a investigação a Manuel Vicente, ex-vice-presidente de Angola. O primeiro-ministro português aproveitou o primeiro dia de visita oficial a Angola para desvalorizar o diferendo (“sem emoção não há uma boa relação”, disse Costa) e para jurar que O “passado” pertencia agora ao “museu”. Era tempo de virar a página.

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