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“Homicídio de Marielle foi profissional e bem planeado. Havia grande interesse na morte dela”

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Comissário da Polícia Civil do Rio de Janeiro fala ao Expresso sobre o caso que divide a sociedade brasileira. A ordem é para o sigilo total, mas, num tom inédito, o operacional garante que a investigação ao homicídio da vereadora já está adiantada e acredita que os culpados possam estar nos bairros degradados onde Marielle Franco dava apoio humanitário

A investigação ao homicídio de Marielle Franco está já numa fase adiantada e pode haver a qualquer momento suspeitos indiciados pela Justiça brasileira. Quem o afirma é Aurílio Nascimento, comissário da Polícia Civil do Rio de Janeiro, o mesmo homem que liderou a investigação ao homicídio da portuguesa Rosalina Ribeiro, em 2009. “Tratou-se de um homicídio profissional e muito bem planeado. Havia um grande interesse na morte dela”, avança ao Expresso.

Marielle, segunda vereadora mais votada nas últimas eleições, apoiada pelo PSOL (Partido Socialismo e Liberdade), tinha 38 anos quando foi assassinada há seis meses. Com Marielle morreu também Anderson Gomes, motorista da vereadora, e uma assessora ficou ferida. Apesar da pressão das ruas, continua a ser misteriosa a autoria do crime. E a investigação deste caso já acumula um tempo superior ao de outras mortes semelhantes no Rio de Janeiro.

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