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Costa em Angola disposto a esquecer os “irritantes” do passado: “É uma relação intensa, marcada pela paixão”

Foto José Sena Goulão/Lusa

A relação entre Portugal e Angola é “intensa” e apaixonada, daí haver lugar a arrufos entre os dois países. Mas a tensão provocada pelo caso Manuel Vicente está “completamente ultrapassada”. A explicação foi dada por António Costa, no arranque de uma visita de Estado rara em que se esforçou por deixar “o passado no museu” e traçar um futuro de cooperação

Bernardo Ferrão

Bernardo Ferrão

Subdiretor da SIC

A hora era de calor mas nem por isso o passo abrandou. A comitiva que recebeu António Costa em Angola fez questão de que a sua primeira visita fosse ao recém-recuperado Museu Nacional de História Militar. À frente, mais como maestro do que como simples mestre de cerimónias, o tenente-general Sivestre Francisco foi o responsável por, de batuta na mão, falar a Costa da história militar do país e da independência conseguida em 1975. O percurso foi longo, demorado, os ministros atrás de Costa mostravam-se encalorados. Mas a visita acabou por funcionar como uma espécie de grande metáfora. No fim, depois de receber uma estatueta que equiparou a um símbolo de “paz perpétua”, Costa fez questão de arrumar os problemas nas relações diplomáticas entre os dois países. E, para isso, deu uma garantia: “O passado fica no Museu”.

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