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Banda global para ativismo global. Como Bono e os U2 lutam para “não deixar que os sacanas nos deitem abaixo”

Bono é o principal rosto do ativismo dos U2

Kevin Mazur/ getty

A banda rock irlandesa U2, que atua este domingo e esta segunda-feira em Lisboa, é conhecida pelo seu ativismo. O vocalista, Bono, de que publicamos uma entrevista na revista E que está este sábado nas bancas, faz todas as noites discursos políticos entre as canções. O professor de História Alan McPherson, autor de um livro sobre o grupo, explica neste artigo do Expresso Diário como os U2 aumentam a consciência das suas causas favoritas - fazendo até lóbi junto de deputados - e angariam dinheiro para elas

Alan McPherson

Como em todas as digressões, ouvintes casuais da banda e jornalistas endurecidos vão certamente criticá-los pelas suas posições políticas. Sermões a mais, dirão alguns. Porque é que eles não se limitam a tocar música e não se calam sobre as notícias? Bono e os seus companheiros serão acusados de usar o sofrimento de outros para vender bilhetes, ou pior, de se fazerem amigos de milionários e conservadores, e de fugirem aos impostos.

O académico irlandês Harry Browne escreveu um livro inteiro, “Frontman: Bono (In The Name of Power)” para se aliviar da sua raiva contra a filantropia do cantor. Nele acusa Bono de “amplificar discursos da elite, defender soluções ineficazes, paternalizar os pobres e beijar os cús dos ricos e poderosos”.

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