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Arménio vai voltar à Carris como operário chefe

Ana Baião

No início de 2020, o secretário-geral da CGTP termina o seu segundo e último mandato à frente dos destinos da maior central sindical do país. E volta para a empresa onde, há mais de 30 anos, foi chefe operário eletricista. “Quando chegar a altura, apresento-me ao serviço”. Com a mesma categoria profissional

Paula Santos

Paula Santos

Editora-Executiva Expresso

Rosa Pedroso Lima

Rosa Pedroso Lima

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Jornalista

Têm tido conversas com a UGT sobre as vossas preocupações comuns?
Não. As posições da CGTP são colocadas no Conselho Económico e Social ou na Concertação, onde estão reunidos todos os parceiros.

Não há um canal direto de conversa com a UGT?
Não. Emitimos as nossas posições e ouvimos as dos outros.

Recentemente, o líder da UGT foi à universidade de verão do PSD e participou numas jornadas parlamentares do CDS. Se fosse convidado, ia?
Não. E não é por medo de falar na casa dos outros! Tem de haver princípios e coerência, e estes dois partidos estiveram envolvidos diretamente numa das fases mais negras da história do país do ponto de vista social e laboral. Não só pela redução de salários e direitos que impuseram, mas também pela forma como se comportaram no âmbito da negociação. Não houve diálogo, houve imposição, arrogância, prepotência. Discutir com o PSD e o CDS o quê? Nesse tipo de debates não participo.

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