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Discurso de Jean-Claude Juncker. Ainda há esperança para a União?

reuters

Não foi o discurso da despedida, mas o último discurso de Jean-Claude Juncker sobre o Estado da União, proferido na manhã desta quarta-feira no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, resultou em larga medida num “caderno de encargos” para quem vier a seguir

Cristina Figueiredo

Cristina Figueiredo

Editora de Política da SIC

O antigo primeiro-ministro do Luxemburgo, que sucedeu a Durão Barroso (em 2014) na presidência da Comissão Europeia e termina o seu mandato no próximo ano, preferiu o registo franco do “muito que ainda há a fazer” ao balanço ilusório do que conseguiu até aqui – sem deixar de realçar um feito que não é menor: uma Europa que, apesar do “perigo iminente de uma nova catástrofe”, continua em paz.

O contexto político explica a opção. A 255 dias de umas eleições europeias que deverão deixar o Parlamento Europeu ainda mais fragmentado, e com o mais que provável crescimento da representação das forças populistas e de extrema direita em Bruxelas, ninguém compreenderia que o presidente da Comissão escolhesse meter a cabeça na areia e fingir que está tudo bem no coração político do continente.

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