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Ataque a Bolsonaro pode aprofundar “espiral de violência” e “discursos extremistas”

Foto epa

As já muito imprevisíveis presidenciais de outubro ficaram ainda mais imprevisíveis depois de o candidato Jair Bolsonaro ter sido esfaqueado. As manifestações de repúdio sucederam-se mas há também quem queira “perceber que atentado foi este”. E quais as consequências para as eleições? Não é certo que Bolsonaro acabe Presidente, como disse o filho. É até possível que o jogo eleitoral se abra a “sectores menos radicalizados”

“Eu não suporto esse homem mas não concordo com a violência. Dá vontade de pensar que isso tudo foi armado só para ele ter imprensa porque ele é baixo a esse nível”, diz ao Expresso a assessora de comunicação Júlia Assef, a partir de Porto Alegre. “Esse homem” é Jair Bolsonaro, candidato do Partido Social Liberal (PSL) às eleições de outubro, que esta quinta-feira foi esfaqueado durante uma ação de campanha.

Foi a partir de uma cama de hospital que gravou um vídeo, questionando-se: “Será que o ser humano é tão mau assim? Nunca fiz mal a ninguém.” O candidato de extrema-direita, que apresenta “um quadro médico estável” mas não deverá ter alta “antes de uma semana ou dez dias”, segundo fonte hospitalar, lamentou não poder estar presente no desfile do Dia da Independência do Brasil, que se assinala esta sexta-feira.

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