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Sindicatos e Ministério da Educação retomam negociações ainda sem acordo à vista

Os sindicatos prometem continuar os protestos no caso de as suas reivindicações não serem atendidas pelo Governo

Foto MIGUEL A. LOPES/LUSA

Depois de um dos mais conturbados finais de ano letivo, a recuperação do tempo de serviço congelado volta à discussão. Sexta-feira é dia de mais uma reunião, mas já estão marcados novos protestos para o arranque das aulas

A 15 de novembro do ano passado, a secretária de Estado da Educação, Alexandra Leitão, anunciava pela primeira vez que, afinal e ao contrário do que tinha vindo a ser admitido pelo primeiro-ministro, ia ser contado o tempo de serviço prestado pelos professores durante os anos em que as carreiras da Função Pública estiveram congeladas. “Vai haver uma forma de contagem de tempo de serviço. Veremos com os sindicatos e em negociação com que faseamento”, declarou, para satisfação dos milhares de professores que protestavam em frente ao Parlamento, durante a discussão do Orçamento do Estado para a Educação em 2018. Só que entre o anúncio e a concretização ainda nada ficou decidido. Dez meses depois, as negociações voltam a ser retomadas, sem acordo à vista.

Esta sexta-feira, a partir das 15h, a plataforma que reúne 10 organizações sindicais (de fora está apenas o STOP, que ainda não existia quando foi assinada, também em novembro, a declaração de compromisso entre Ministério e sindicatos) volta a sentar-se em frente aos secretários de Estado que têm liderado as negociações: Alexandra Leitão e ainda João Leão, do Orçamento, e Fátima Fonseca, do Emprego Público.

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