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Vices de Rio vão à Universidade e afinam a estratégia: jogar ao centro e com “humildade”

Lusa

Nuno Morais Sarmento e Salvador Malheiro estiveram na Universidade de Verão do PSD e desenharam o guião para as próximas eleições: desvalorizar os críticos internos e apontar ao coração do Governo socialista

Relativizar, apostar as fichas ao centro e atirar ao alvo certo. Nuno Morais Sarmento esteve na Universidade de Verão do PSD, em Castelo de Vide, e deixou o manual de instruções que o partido tem de seguir para enfrentar as próximas eleições: desvalorizar a oposição interna, deixar a disputa eleitoral à direita para Pedro Santana Lopes e vincar as diferenças para o PS.

Numa aula em que se esforçou por traçar a história e o percurso do PSD desde a sua fundação, o antigo ministro de Durão Barroso e de Pedro Santana Lopes recordou que as convulsões internas fazem parte da génese do PSD e, como tal, devem ser vividas sem sobressaltos de maior. “Não há nenhum líder do PSD que não tenha andado a desgastar o anterior”, lembrou o vice de Rio, recordando líderes como Francisco Sá Carneiro, Cavaco Silva, Marcelo Rebelo de Sousa, Durão Barroso ou Pedro Passos Coelho, que, enquanto challengers, tudo fizeram para derrubar o líder em funções. “É um partido que tem dentro de si esta lógica”, notou Morais Sarmento. Recado nas entrelinhas: oposição interna sempre existiu; não serão os ataques a Rio a fazer mossa.

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