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Marcelo: a vida está difícil

Foto Lusa

A um ano de legislativas, com a maioria de esquerda em campanha, a oposição de direita ainda frouxa e o Presidente da República impedido de entrar no jogo, Marcelo reconhece que a vida não está fácil - “é cada vez mais difícil ser-se Presidente”. Em conversa com jovens da Universidade de Verão do PSD, o PR espicaçou o eleitorado - “o povo é quem mais ordena” - e manifestou um desejo: “que os portugueses escolham a pensar numa solução que sirva Portugal num momento muito complexo para a Europa e para o mundo”. E o que é que isso quer dizer?

Marcelo Rebelo de Sousa, o Presidente bem disposto, está apreensivo com o ano que aí vem. O próprio disse-o há uma semana quando andou de férias a trabalhar pelo interior e a chamar turistas para as praias fluviais das zonas que arderam no verão passado - “é óbvio que já todos entraram em campanha eleitoral e não vão parar até às eleições legislativas de outubro. E eu vou ter que ter muito cuidado”, afirmou.

Em causa está o facto de, como Presidente da República, Marcelo não poder entrar no jogo, mas simultaneamente sentir-se inquieto com a descolagem do Governo perante uma oposição que ainda hesita, perante o aparecimento de um novo partido e a imprevisibilidade que o novo paradigma constitucional inaugurado por António Costa em 2015 - quem forma Governo pode não ser quem ganha as eleições - introduziu na vida política portuguesa.

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