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“Com a inteligência artificial qualquer pessoa pode ser um fotógrafo profissional”

A Huawei esteve na IFA, a maior feira de tecnologia que termina esta quarta-feira em Berlim

D.R.

Tem tido um crescimento rápido nos últimos anos: já é nº 2 no negócio dos smartphones a nível mundial (destronou recentemente a Apple nos meses de junho e julho) e quer chegar à liderança no próximo ano. Conhecida pelos preços competitivos, a tecnológica chinesa investe mais de 10% das suas receitas em investigação e desenvolvimento em áreas como internet das coisas, 5G e inteligência artificial, dizem ao Expresso Michael Mao e Tiago Flores, responsáveis da Huawei Consumer Business Group em Portugal

Maria João Bourbon

Maria João Bourbon

Em Berlim

Jornalista

Tiago Flores aponta o telemóvel em direção a um cão decorativo para tirar uma fotografia. Automaticamente, este reconhece o alvo a fotografar e no visor aparece a palavra “cão”. Volta a repetir o gesto, desta vez com um gato estrategicamente colocado no mesmo expositor, e novamente o animal é identificado.

Capaz de reconhecer mais de 500 cenários em 22 categorias diferentes (retrato, natureza, comida, animais, entre outros), o chip de inteligência artificial inserido no smartphone não se limita a identificar o objeto a fotografar, “otimiza a qualidade da fotografia em função do ambiente que está a ser captado”, explica em entrevista ao Expresso o diretor de vendas da Huawei Consumer Business Group (Huawei Consumer BG) em Portugal, referindo-se à tecnologia inserida nas séries de smartphones P20, Mate 10 ou Mate 20, otimizada neste último modelo que será oficialmente lançado em outubro (Mate 20 Lite).

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