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Primeira terapia genética a curar doença humana vence Prémio Champalimaud de Visão 2018

A causa genética da doença hereditária conhecida por Amaurose Congénita de Leber, uma forma de cegueira infantil, foi descoberta por Michael Redmond, investigador do Instituto Nacional de Visão dos EUA

FOTO TIAGO MIRANDA

Sete investigadores do Reino Unido e dos EUA receberam esta terça-feira em Lisboa o maior prémio do mundo na área da visão, por descobrirem tratamento genético da cegueira infantil

Virgílio Azevedo

Virgílio Azevedo

Redator Principal

A cura através de uma terapia genética de uma doença hereditária conhecida por Amaurose Congénita de Leber, uma forma de cegueira infantil, acaba de ser distinguida com o Prémio António Champalimaud de Visão 2018, o maior do mundo nesta área, no valor de um milhão de euros.

A entrega do prémio vai decorrer esta terça-feira ao fim da tarde na Fundação Champalimaud, em Lisboa, numa cerimónia presidida por Marcelo Rebelo de Sousa e onde participará também a presidente desta instituição científica, Leonor Beleza. Os premiados são investigadores do Instituto Nacional de Visão dos EUA (Michael Redmond), da Escola de Medicina da Universidade da Pensilvânia (Jean Bennett e Samuel Jacobsen), do Hospital Infantil de Filadélfia (Albert Maguire), do Instituto de Oftalmologia do University College London (Robin Ali), do Moorfields Eye Hospital do Reino Unido (James Bainbridge) e da Escola de Medicina da Universidade da Flórida (William Hauswirth).

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