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Assédio, violência doméstica, machismo, direitos e saúde sexual. Nove portugueses quebram silêncios

Patrícia já foi vítima de violência doméstica. Ema e Priscila vivem como um casal, mas continuam a ser alvo de assobios e piropos de homens quando passeiam na rua de mãos dadas. Ana Paula não percebe a dificuldade de dizer “não”. Mas Sofia assistiu ao despedimento de uma colega por ela se ter recusado aos avanços do chefe. No Dia Mundial da Saúde Sexual, que se celebra a 4 de setembro, saímos à rua para falar de direitos sexuais e dos muitos silêncios que importa quebrar

Entrevistas Bernardo Mendonça e Marta Crawford Guião Bernardo Mendonça, Marta Crawford e Paulo Côrte-Real Imagem Nuno Marques, Pedro Duarte Silva e Íris Mota Edição Nuno Marques Grafismo Carlos Paes Coordenação editorial Joana Beleza Coordenação de Novos Formatos Digitais Rafael Antunes Apoio Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica

Conhece os seus direitos sexuais? Acha que sim? Não? Tem uma ideia vaga? No Dia Mundial da Saúde Sexual, que se celebra dia 4 de setembro, o Expresso saiu à rua com a sexóloga Marta Crawford para questionar os portugueses sobre questões fraturantes como assédio sexual, violência doméstica, machismo e homofobia, pressão social, direitos sexuais e saúde sexual. A World Association for Sexual Health (WAS) aponta 16 direitos que revelamos aqui. E discutimos também o conceito de saúde sexual, que não quer dizer apenas ausência de doença, disfunção ou enfermidade, mas também abrange a ideia de bem-estar físico, mental e social relacionado com a sexualidade.

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