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José Luís Carneiro “O bem-estar da comunidade luso-venezuelana é uma questão nacional”

José Luís Carneiro, secretário de Estado das Comunidades Portuguesas

Foto Alberto Frias

Há cerca de 400 mil portugueses e luso-descendentes que lidam diariamente com a violenta crise que se vive na Venezuela. Nos últimos anos, regressaram a Portugal entre 4500 e 5500 pessoas. O Expresso conversou com o titular da pasta das Comunidades Portuguesas, que faz um balanço de todas as medidas: uma delas foi a não atualização dos valores dos emolumentos consulares, que representa uma não entrada nos cofres do Estado de cerca de 10 milhões de euros

Marta Caires

Correspondente na Madeira

Jornalista

Quantas pessoas entraram em território português fugidas da Venezuela?
Estima-se que tenham regressado a Portugal entre 4500 e 5500 cidadãos portugueses e lusodescendentes; destes, três a quatro mil fixaram-se na Região Autónoma da Madeira. No entanto, estes números estão em constante evolução, podendo surgir um acréscimo nos indicadores oficiais, associado a novas inscrições nos sistemas de ensino, de emprego e de segurança social, em virtude da chegada de mais famílias a Portugal. No último ano letivo, estavam matriculados 980 alunos com naturalidade ou nacionalidade venezuelana nas escolas portuguesas do continente e da Região Autónoma da Madeira – desde o ensino básico até ao secundário. No ano letivo que agora vai começar, os números deverão ser superiores.

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