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João Cordeiro: “Saí da associação de farmácias completamente saturado dos políticos”

nuno botelho

João Cordeiro liderou durante mais de três décadas a Associação Nacional das Farmácias. Deixou a vida associativa pelo seu próprio pé e no momento que considerou adequado. Ainda não se reformou, mas aprecia ter cada vez mais dias de férias

Ana Sofia Santos

Ana Sofia Santos

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Jornalista

Nuno Botelho

Nuno Botelho

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Fotojornalista

Aos 71 anos, João Cordeiro garante que nunca foi um profissional do associativismo, apesar de ter liderado durante mais de três décadas a ANF, que ajudou a fundar na década de 70 e que pela sua mão se transformou num poderoso lóbi e aglomerado empresarial.

Em entrevista ao Expresso, que será publicada na íntegra este sábado no semanário, Cordeiro fala sobre os negócios que criou e desenvolveu em paralelo com as batalhas travadas em prole dos interesses das farmácias. Mostra que mantém o estilo acutilante e crítico, sobretudo em relação aos políticos. Conviveu com muitos e garante que se cansou deles – mas isso não o impediu de disputar a presidência da Câmara Municipal de Cascais. “Sou muito crítico dos políticos e saí da associação completamente saturado dos políticos”, diz o farmacêutico, acrescentando que foram os longos anos de convivência que lhe trouxeram a certeza de que “o poder político não gosta de estruturas da sociedade civil organizadas e fortes”.

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