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A Tesla, um anúncio enigmático e a pergunta dos 70 mil milhões

reuters

A intenção de retirar a Tesla da bolsa chegou via Twitter, o que é bizarro até para “um empresário amalucado” como Elon Musk. Ao garantir ter o financiamento necessário, o patrão da empresa de carros elétricos pode ter incorrido em “fraude de valores mobiliários”. Os reguladores já estão em campo. São muitos os céticos e os defensores da maior aquisição por endividamento da história dos EUA, que pode não acontecer

A semana foi agitada para a Tesla, a fabricante norte-americana de carros elétricos. Na terça-feira, as ações subiram com o informação de que a Arábia Saudita tinha comprado uma participação na empresa. Depois seguiu-se outro anúncio, bastante mais invulgar: o diretor executivo, Elon Musk, escreveu no Twitter que estava a pensar tirá-la da bolsa, pagando aos acionistas 420 dólares (cerca de 360 euros) por ação, acrescentando que o financiamento estava “garantido”.

A informalidade do informação apanhou muita gente de surpresa, mesmo tendo em conta que Musk é um excêntrico. As ações da Tesla foram temporariamente suspensas na bolsa de valores Nasdaq, enquanto a empresa guardou um ensurdecedor silêncio durante mais de duas horas. Só a meio da tarde é que Musk tornou público um email em que informava os seus funcionários da intenção de retirar a companhia da bolsa, sublinhando, no entanto, que ainda não tinha sido tomada “uma decisão final”.

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