Siga-nos

Perfil

Expresso

Diário

Peso dos contratos precários aumentou no 2º trimestre e é maior que no auge da crise

O sector da hotelaria e restauração é dos que tem maior precariedade laboral Foto António Pedro Ferreira

Foto António Pedro Ferreira

Desemprego recuou para os 6,7% entre abril e junho, impulsionado pela criação de emprego, revelou esta quarta-feira o INE. Mas apesar da recuperação económica, o peso da contratação permanente (sem termo) entre os trabalhadores por conta de outrem inverteu a tendência de recuperação dos dois trimestres anteriores

Menos 109,6 mil desempregados no espaço de um ano e mais 113,7 mil pessoas empregadas. A taxa de desemprego recuou 2,1 pontos percentuais em termos homólogos, para os 6,7%. Estes são alguns números sobre a evolução do mercado de trabalho no segundo trimestre deste ano, divulgados esta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Para o ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, representam a “evolução mais positiva de toda a legislatura do ponto de vista trimestral”.

Contudo, nem tudo são boas notícias. Há um reverso da medalha e tem um nome: precariedade. É que os dados do INE sinalizam que a precariedade laboral voltou a subir no segundo trimestre e é agora mais elevada que no auge da crise, em 2013.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito para Assinantes ou basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso, pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)