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“Se apunhalas alguém com uma faca e depois dizes que queres falar, a primeira coisa a fazer é retirar a faca”

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Com a reintrodução das sanções económicas ao Irão, esta terça-feira, Trump cumpriu o que tinha prometido, a Europa fez promessas que pode não conseguir cumprir e Teerão voltou-se para a China e Rússia. Estará Washington a ensaiar uma mudança de regime? “É improvável.” E o modelo de aproximação à Coreia do Norte pode ser replicado no Irão? Talvez, ainda que os EUA continuem a ser “o grande Satã” para Teerão, defende um investigador

“Estou a pedir a paz mundial, nada menos!” Foi num tom de Miss Universo que o presidente dos EUA, Donald Trump, justificou a reintrodução de sanções económicas ao Irão. Mas, tratando-se de Trump, a posição aparentemente apaziguadora não podia vir sem uma ameaça: “Qualquer um que faça negócios com o Irão não fará negócios com os EUA”. Três meses depois do anúncio da retirada do acordo internacional sobre o programa nuclear iraniano, Trump assinou um decreto executivo que volta a impor pesadas sanções à República Islâmica.

Para já, o pacote de sanções, que entrou em vigor esta terça-feira, penaliza sobretudo o sector automóvel iraniano e a compra de aviões comerciais e metais preciosos. Daqui a três meses devem ser reintroduzidas sanções sobre o sector petrolífero, mesmo a tempo das eleições intercalares americanas de novembro. O calendário não passou ao lado do presidente iraniano, Hassan Rouhani, que acusa a administração americana de usar o Irão como alavanca política doméstica.

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