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Juventude Popular quer cortar no financiamento a partidos com deputados e autarcas corruptos

Francisco Rodrigues dos Santos defende que Portugal “tem uma certa preguiça em ser um país idóneo”

Foto Fernando Veludo/NFactos

Medida faz parte de um pacote alargado de propostas contra a corrupção. Delação premiada, enriquecimento ilícito ou lóbi também estão incluídos no leque. “Na prevenção, a política deve estar à frente da Justiça”, defende o líder dos jotas

A Juventude Popular quer que os partidos com deputados ou autarcas condenados por corrupção percam direito a receber parte do financiamento público a que têm acesso. Esta será uma das medidas mais destacadas de um pacote que os jovens centristas prepararam sob o chapéu do combate à corrupção, preocupados com “um país que tem uma certa preguiça em ser um país idóneo”.

Entre o leque de medidas encontram-se algumas já propostas pelo ‘partido-pai’ - o CDS tem, na Comissão de Transparência do Parlamento, uma iniciativa para regulamentar o lóbi, tema que a JP também quer tratar - e outras mais polémicas e que recorrentemente voltam à agenda, como a criminalização do enriquecimento ilícito ou a delação premiada. “Os partidos têm alguns pruridos em tocar nestes temas”, explica ao Expresso o líder da juventude associada ao CDS, Francisco Rodrigues dos Santos. Por isso, acredita o ‘jota’, cabe aos mais novos - a JSD também tem escolhido o combate à corrupção como tema-bandeira - “limpar as ervas daninhas”. “Antes do 25 de Abril nós sabíamos que tínhamos presos políticos, agora temos políticos presos. Estamos a herdar um país assolado por casos e casinhos…”, lamenta Francisco Rodrigues dos Santos.

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