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A prova do pudim ou porque o “milagre económico” de Trump afinal pode não ser tão bom

reuters

A economia norte-americana registou um crescimento recorde no segundo trimestre deste ano e Donald Trump veio reclamar os louros. Especialistas ouvidos pelo Expresso garantem que o milagre económico assenta no aumento do consumo

Tal como prometeu na campanha eleitoral, Donald Trump ofereceu à América o dobro do crescimento económico conquistado pela Administração Obama, manteve a queda do desemprego (a taxa cifra-se hoje nos 3,9%, um terço do valor registado no pico de crise de 2008) e garantiu, ainda, fruto de um corte fiscal severo, que Wall Street mantivesse a onda de recordes históricos com mais ou menos solavancos.

No distrito financeiro de Manhattan, normalmente pouco dado a manifestações de simpatia política, os jovens corretores ostentam com orgulho reforçado os bonés de beisebol vermelhos com a frase Make America Great Again. “Como se diz por cá, para estes profissionais a prova está no pudim. Ele saiu do forno impecável, ou seja, os resultados estão à vista”, diz-nos Jonathan Alpert, conhecido em Nova Iorque como o psicanalista da bolsa, dada a quantidade de clientes oriunda do sector financeiro.

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