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Armas de Tancos. Mas afinal a segurança interna está ou não em causa?

Tiago Miranda

Antes de o Chefe de Estado-Maior General do Exército, general Rovisco Duarte, ser ouvido, a expectativa de que pudesse dizer alguma coisa de novo na Comissão de Defesa da Assembleia da República era reduzida. Mas o militar surpreendeu pela assertividade: o Exército nunca deu garantias de que o material recuperado correspondia ao que foi furtado, disse. E explicou porquê

Luísa Meireles

Luísa Meireles

Redatora Principal

Ouvido esta terça-feira à tarde, já depois de comunicar aos deputados que não poderia entregar a listagem do material recuperado, porque se tratava de um auto lavrado pela Polícia Judiciária que lhe fora entregue a coberto da qualificação de “confidencialidade”, Rovisco Duarte avançou explicações. O material está apenas sob custódia do Exército, razão pela não pode fazer a devida verificação.

Por isso, o Exército, disse, nunca pôde dar garantias de que o material recuperado correspondia ao furtado. Em primeiro lugar porque estaria a violar o segredo de justiça, depois porque poria em causa um objeto de prova e, finalmente, porque estando o material à ordem da PJ, o Exército não pode fazer peritagens.

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