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Presidente da Jerónimo Martins: “Não vejo que a vida dos portugueses esteja muito melhor”

tiago miranda

Pedro Soares dos Santos, líder do grupo detentor da cadeia de supermercados Pingo Doce, diz ao Expresso que Portugal perdeu a oportunidade de fazer as reformas necessárias. Mantém a confiança no primeiro-ministro mas diz que a solução governativa tem tido uma influência negativa no país

Pedro Lima

Pedro Lima

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Editor-adjunto

Tiago Miranda

Tiago Miranda

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Fotojornalista

“O consumo interno está estagnado”, afirma Pedro Soares dos Santos, presidente do conselho de administração e administrador-delegado da Jerónimo Martins, em entrevista ao Expresso que é publicada na íntegra na edição deste sábado.

O líder de um dos maiores grupos de distribuição do país, dono da cadeia de supermercados Pingo Doce, mas também da Biedronka, na Polónia, ou da Ara, na Colômbia, considera que Portugal não avançou na resolução dos seus principais problemas e que também não houve grandes melhorias nas condições de vida dos portugueses.

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  • “Se os grupos estrangeiros da grande distribuição vêm para cá é porque há oportunidades”

    O Grupo Jerónimo Martins teve um crescimento de 3,9% nos seus lucros no primeiro semestre, para €180 milhões, abaixo de algumas estimativas dos analistas, o que voltou a colocar as suas ações sob pressão — caíram 6,81% na quinta-feira, para €12,38 (tendo chegado a perder 9,78% durante a sessão). Pedro Soares dos Santos, presidente do Conselho de Administração e administrador-delegado do grupo (que é controlado em 56,13% pela sua família através da Sociedade Francisco Manuel dos Santos), diz que os resultados são “bons” e destaca o crescimento de 8,7% das vendas (para €8426 milhões), com crescimentos nas cadeias Pingo Doce e Recheio em Portugal, Biedronka e Hebe na Polónia e Ara na Colômbia. E refere que os grupos de distribuição abrem lojas porque continua a haver oportunidades no sector