Siga-nos

Perfil

Expresso

Diário

Os escravos da atualidade estão no meio de nós

Fábrica de carpetes para exportação no Rajastão, Índia. Horários sem limite é uma forma de exploração que afeta milhões de crianças

Prevenir, suprimir e punir são as palavras-chave de quem dedica a vida ao combate ao tráfico de seres humanos. Da exploração laboral à violência e coação, há hoje milhões de pessoas a viverem em condições de escravatura. As campanhas denunciam números alarmantes de crianças e jovens que são todos os anos enganados, acabando sugados pelo que é hoje o terceiro negócio mais lucrativo do planeta

Cristina Peres

Cristina Peres

Jornalista de Internacional

Servidão involuntária, trabalho forçado, coação, servidão doméstica, chantagem, violência, abuso… tudo isto pertence ao universo da escravatura moderna, uma condição que depende em grande parte do tráfico de seres humanos. Parece coisa do passado, mas não é. Parece que só acontece do outro lado do mundo porém, não é verdade. É por isso que, na próxima segunda-feira, 30 de julho, é importante que se assinale o Dia Mundial contra o Tráfico de Seres Humanos, uma iniciativa das Nações Unidas liderada pela UNODC, a direção da ONU que combate as drogas e o crime.

A campanha da UNODC apela a todos os cidadãos para que denunciem casos que conheçam, para que pressionem as autoridades dos seus países a legislarem de forma a que toda a atividade laboral de todos os setores seja regulada - uma condição para o combate à servidão laboral - e para agirem no sentido de protegerem e darem assistência às pessoas traficadas.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito para Assinantes ou basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso, pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)