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A Europa que os europeus (não) querem

Vamos a isto?

TIAGO MIRANDA

Macron e Costa concordam que não há espaço na UE para países que não partilhem os valores fundadores do projeto inédito que muda desde há 70 anos a vida de milhões de europeus. O Presidente francês criticou a margem dada pela “hesitação de alguns líderes” europeus à subida do euroceticismo e chamou “cruciais” às eleições europeias de 2019. O primeiro-ministro português defendeu que “o verdadeiro estabilizador é a convergência orçamental” entre os Estados-membros e que há que aprender com o passado para “evitar crises futuras”

Cristina Peres

Cristina Peres

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Jornalista de Internacional

Tiago Miranda

Tiago Miranda

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Fotojornalista

“O que vai fazer para que um jovem francês que esteja a viver e a trabalhar em Lisboa volte para França, senhor Presidente?”. Esta foi a última pergunta dirigida a Emmnuel Macron na 25º sessão dos Encontros de Cidadãos onde foi orador esta sexta-feira, na Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), juntamente com o primeiro-ministro português, António Costa.

A pergunta foi reveladora dos melhores resultados de 70 anos de União Europeia, reconheceu Emmanuel Macron, aproveitando para argumentar com a competitividade do país a que preside. Respondeu que tudo faria para que esse jovem não fosse impedido de voltar a França por não dispor lá do mesmo que usufruía em Lisboa.

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