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DCIAP recusa afastar procuradores que investigam Pinho

Advogado do antigo ministro da Economia pediu o afastamento dos procuradores Carlos Casimiro e Hugo Neto, mas o diretor do DCIAP, Amadeu Guerra, mantém a confiança nos titulares do processo que investiga suspeitas de corrupção envolvendo Pinho, a EDP e o Grupo Espírito Santo

Miguel Prado

Miguel Prado

Jornalista

lusa

O diretor do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), Amadeu Guerra, recusou o pedido de Manuel Pinho e do seu advogado, Ricardo Sá Fernandes, para que os procuradores que estão a investigar o antigo ministro da Economia sejam afastados do processo 184/12, no qual Pinho é alvo de suspeitas de corrupção que envolvem a EDP e o Grupo Espírito Santo (GES).

Amadeu Guerra assinou esta quarta-feira um despacho negando a pretensão de Pinho e Sá Fernandes, que na semana passada tinham requerido o afastamento dos procuradores Carlos Casimiro e Hugo Neto, com o argumento de que não estava cumprido o requisito de imparcialidade na investigação.

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