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Eis uma nova Amareleja... com um sétimo do custo e agora sem subsídios

Nova central, em Ourique, ocupa 100 hectares

d.r.

Central fotovoltaica de Ourique, no Baixo Alentejo, será inaugurada esta quinta-feira. Produzirá o mesmo que a central da Amareleja, e sem tarifas subsidiadas de venda de eletricidade à rede

Miguel Prado

Miguel Prado

Jornalista

Ourique, no Baixo Alentejo, já tem, literalmente, energia para dar e vender. A nova central solar fotovoltaica, Ourika, que será inaugurada esta quinta-feira, já começou a produzir eletricidade renovável suficiente para abastecer 25 mil lares, num município que não chega aos 6 mil habitantes. Com 46 megawatts (MW) de potência, iguala a capacidade da histórica central da Amareleja, com uma diferença que não será um pormenor: a central de Ourique venderá a sua energia à rede sem qualquer subsídio na tarifa.

A inauguração desta quinta-feira contará com o ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, o secretário de Estado da Energia, Jorge Seguro Sanches, e o diretor-geral de Energia da Comissão Europeia, o francês Dominique Ristori. A central poderia resumir-se, sinteticamente, em quatro grandes números: 46 MW de potência, 142 mil painéis fotovoltaicos, 100 hectares, 35 milhões de euros de investimento.

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