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Impostos do tempo da crise rendem quase mil milhões de euros a António Costa

António Pedro Ferreira

Medidas de austeridade herdadas do anterior executivo continuam a render largos milhões. Contribuições extraordinárias sobre os sectores energético, bancário e farmacêutico, derrama estadual, taxa de segurança alimentar e taxa adicional de solidariedade sem fim à vista

Em 2018, o Governo vai encaixar cerca de 930 milhões de euros com impostos criados nos anos de crise, prolongando medidas de austeridade do anterior executivo.

A estimativa é de que as contribuições extraordinárias sobre os sectores energético (CESE), bancário e farmacêutico rendam mais de 321 milhões de euros, segundo o Programa de Estabilidade para 2017-2020.

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