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Estes negócios (e esta tecnologia) estão a mudar a agroindústria

As startups agrícolas têm a maior taxa de sobrevivência do que as de outros sectores: 61% chegam com sucesso aos cinco anos de atividade, garante um estudo da Informa D&B

Foto Getty Images

Nos últimos anos a tecnologia modernizou o sector agrícola e agroindustrial em Portugal. E ao modernizá-lo, minimizou não só os riscos que condenaram ao fracasso tantos projetos empresariais como criou espaço para novas oportunidades de negócio. O ecossistema empreendedor agroindustrial está mais resistente, garantem os especialistas. E há empresários portugueses a marcar pontos no agrotech mundial

Catia Mateus

Catia Mateus

Jornalista

Em Portugal, as startups agrícolas têm a maior taxa de sobrevivência do que as de outros sectores. Segundo dados do estudo “Retrato ao Empreendedorismo 2017”, da Informa D&B, 61% dos negócio agrícolas superam com sucesso a fasquia dos cinco anos de atividade e 53% chegam saudáveis aos oito anos. Uma taxa que ultrapassa em muito a média nacional de 42% e 32%, respetivamente, para os mesmos horizontes temporais.

O estudo não clarifica as razões para esta resistência num sector onde, pela sua fragilidade e dependência de fatores externos (como as condições climatéricas), as empresas teriam mais dificuldades em superar o chamado “vale da morte” empresarial. Mas para os especialistas, há um fator que nos últimos anos mudou todo o cenário da agricultura e agroindústria: a tecnologia. O conceito de agrotech está em rápido crescimento na Europa e são várias as empresas portuguesas a apanhar “boleia” deste mercado em ascensão. Há cada vez mais os empreendedores e as startups portuguesas a destacarem-se, em Portugal e noutros países, com soluções que colocam a tecnologia e a inovação ao serviço de um dos sectores de atividade mais tradicionais, a agricultura (mostro-lhe mais abaixo oito exemplos). E isto, parecendo natural num cenário de crescente digitalização, muda tudo. A começar pelas práticas.

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