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Vários cursos de Lisboa e Porto com cortes nas vagas superiores a 5%

Rui Duarte Silva

Notas mínimas de ingresso nas licenciaturas mais procuradas devem subir. Concurso nacional de acesso começa esta quarta-feira, com mil lugares a menos nas duas maiores cidades do país

A decisão do Ministério da Ciência e do Ensino Superior de reduzir as vagas oferecidas nas universidades e politécnicos de Lisboa e do Porto em 5%, possibilitando um aumento da mesma ordem nas restantes regiões do país, é a maior novidade do concurso nacional de acesso deste ano. O efeito desejado é claro – estancar e até diminuir a deslocação de estudantes para as instituições de ensino superior das duas maiores cidades e promover maior equilíbrio territorial na distribuição de lugares. Sendo impossível nesta fase antecipar o impacto real de tal medida, há já, no entanto, outros efeitos colaterais visíveis e prováveis.

Um deles tem que ver com o facto de várias escolas terem sido obrigadas a reduzir a oferta em mais do que 5%. Isto porque o Ministério também determinou que havia áreas onde não podiam cortar: medicina, tecnologias de informação, comunicação e eletrónica e física. Ou seja, para atingir a diminuição no número total de vagas naquele valor e como há formações em que as vagas são para manter, as instituições tiveram de ‘sacrificar’ mais outros cursos.

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