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12 meninas com um coração que “não é para cobardes”, num “lugar de catarse”

Rita Frazão, a meio dos ensaios que decorreram na Fundação O Século

Foto Nuno Serafim

Trabalharam seis meses para criar uma peça de teatro. São jovens da Fundação O Século, entre os 10 e os 17 anos, a reagirem a um desafio da atriz Rita Frazão. É com ela, voluntária neste projeto, que o Expresso conversou

Leram um livro para, a partir daí, poderem dizer a sua própria história, desafiadas pela atriz Rita Frazão. A premissa era clara: acreditar no teatro como ferramenta social. Como “lugar de catarse”, diz Rita, que trabalhou com elas durante seis meses para, agora, hoje, dia 29 de junho, poderem estrear “O meu coração não é para cobardes”. ‘Elas’ são doze meninas e jovens entre os 10 e os 17 anos, que vivem nas casas de acolhimento da Fundação O Século. E que, neste espetáculo, por elas criado e representado, falam de relações não resolvidas. Da reconstrução em palco de episódios pessoais que talvez nunca tenham contado a ninguém. De abandono, de violência, de raiva, de coragem.

Rita Frazão, atriz, é voluntária nesta viagem, que faz também enquanto fundadora e diretora artística do coletivo Catharsis Emotional Arts. “Cada um dos nossos parceiros, voluntários e apoios contribuíram com os seus serviços, fazendo deste projeto uma aliança local muito especial”, resume. Assim sendo, o espetáculo é de entrada e contribuição livre, e terá sessões na sexta-feira e no sábado às 21h, e no domingo às 17h, na Fundação O Século.

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