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Quem pediu a pena de morte no dia 11 de março de 1975?

Foto Rui Ochôa

A ata da reunião do conselho Superior de Defesa Nacional de 18 de maio de 1992 estava “escondida” nos arquivos e o veto de Mário Soares à lei da racionalização dos efetivos militares desaparecido até agora. No seu livro “General Loureiro dos Santos, biografia”, cujo lançamento se realiza esta terça-feira em Lisboa, Luísa Meireles traz à luz do dia os dois documentos e um manancial de informação, parte dele inédito, sobre o conturbado período da transição para a democracia em Portugal

José Alberto Loureiro dos Santos, o general que resolveu abrir o livro da sua vida à jornalista Luísa Meireles

Loureiro dos Santos é uma das figuras incontornáveis da democracia em Portugal. A frase parece um cliché, mas no caso do general não pode deixar de ser escrita. Se há alguma sombra de dúvida sobre isso, esta desaparece ao ler o livro de Luísa Meireles. Mas "General Loureiro dos Santos, biografia" é mais do que a vida de um homem - é um manancial de informação sobre a história recente do país, sobre os acontecimentos que se sucederam após a Revolução de Abril na edificação da democracia. Como, por exemplo, os acontecimentos do dia 11 de março de 1975, quando numa assembleia revolucionária de militares se pediu a pena de morte para os envolvidos naquilo que consideravam uma “intentona reacionária”. Aqui deixamos, em oito capítulos, uma leitura da obra

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