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Marcelo escapa a conferência de imprensa conjunta com Trump

Jos\303\251 Carlos Carvalho

Ao contrário de Macron, a quem Trump sacudiu os ombros (ou a caspa) do casaco, Marcelo escapa à conferência de imprensa conjunta com o Presidente dos EUA. A sua visita a Washington não é de Estado, mas de trabalho, cujo protocolo o livra destes momentos potencialmente mais embaraçosos. O PR português quer evitar publicamente as (muitas) questões passíveis de afrontamento. E centrar-se onde pode haver avanços: Lages, Nato, luta contra o terrorismo e entrada do gás líquido dos EUA na Europa através de Sines

O aviso de José Pacheco Pereira chegou há uma semana: “Com Trump é preciso distância, cara cerrada, no máximo esboços de sorrisos. Marcelo não deve nem precisa de ser mal educado (...) mas deve ter em conta que nos está a representar, e intimidades com Trump são um insulto ao povo português”, escreveu o comentador político no “Público”.

O Presidente da República, que se encontra esta quarta-feira com o homólogo norte-americano em Washington, não é de fazer cara cerrada, nem sequer acha Donald Trump imprevisível, mas não descurou as especificidades do interlocutor com quem vai sentar-se à mesa e, para já, tem um ponto a seu favor. Por se tratar de uma visita de trabalho - e não de uma visita de Estado -, Marcelo terá menor exposição mediática com Trump e escapará à conferência de imprensa conjunta.

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