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Fundo de resgate europeu poderá ser reforçado em €60 mil milhões para apagar crises bancárias

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Para alguns analistas a segunda parte da reunião do Eurogrupo desta quinta-feira vai ser frouxa na reforma global da Zona Euro. Mas a cimeira Merkel-Macron trouxe expectativas positivas. Veja o que vai estar em discussão

Quem tinha expectativas altas sobre a reforma da Zona Euro pode vir a sentir-se defraudado com a segunda parte da próxima reunião do Eurogrupo, na quinta-feira, que vai ser dedicada à preparação da cimeira europeia de 29 de junho. Mas quem segue de muito perto os detalhes fala em alguns progressos importantes. E o entendimento franco-alemão desta terça-feira parece dar um forte empurrão, ao lançar o processo político para a criação de um orçamento da área do Euro, mesmo que as questões difíceis sobre a sua dimensão em milhões de euros e por quem será gerido possam ficar para mais tarde.

“As minhas expectativas são baixas, mas acho que [os ministros das Finanças do euro] vão tomar algumas decisões”, diz ao Expresso Zsolt Darvas, analista do think thank Bruegel. Este especialista considera que os responsáveis pelas pastas das Finanças “terão de apresentar alguma coisa, não podem dizer que simplesmente não conseguiram chegar a qualquer acordo”.

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