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Costa ignora ‘revolta’ na bancada do PS

Marcos Borga

Primeiro-ministro assinou e elogiou o acordo de concertação social que levantou dúvidas à bancada socialista. Alterações à legislação laboral são para levar para a frente, garante Costa, tal como “consta do programa do Governo”, fez questão de sublinhar. O recado fica dado para dentro das hostes do PS e também para os parceiros da 'geringonça'

Nem uma palavra sobre eventuais “alterações” ou “ajustamentos”. Na sala principal do Conselho Económico e Social, os representantes das confederações patronais, da UGT e os membros do Governo concentraram-se apenas na assinatura do acordo que, ao longo dos últimos meses, foi sendo burilado. As alterações de algumas normas do código laboral sobre contratos a prazo, contratação coletiva e horários de trabalho levaram tempo a serem acertados entre todos. Mas conseguiram. “É um momento de satisfação”, disse o ministro do Trabalho, Vieira da Silva. António Costa, também concorda: “A existência de um acordo é, por si só, um bom sinal”.

Não houve direito a perguntas dos jornalistas, apesar de a sala estar cheia de representantes de todos os órgãos de comunicação social. No final do discurso do primeiro-ministro, as jornalistas da televisão ainda tentaram apanhar António Costa de surpresa. Mas o chefe do Governo virou costas e abraçou um dos parceiros sociais mais à mão, seguiu em frente e ignorou o assunto.

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