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As aulas acabaram esta sexta-feira para muitos alunos, ninguém sabe como acabará o ano letivo

O ministro da Educação foi chamado ao Parlamento pelo PCP esta sexta-feira e o novo sindicato de professores, o STOP, protestou à porta

MIGUEL A. LOPES/lusa

Greve às reuniões de avaliação dos alunos intensifica-se a partir de segunda-feira e pode arrastar-se até julho. O braço de ferro entre Governo e professores por causa da não contagem integral do tempo de serviço congelado mantém-se sem solução à vista

Os alunos dos anos em que se realizam exames nacionais já foram para casa estudar, esta sexta-feira foi a vez dos estudantes do 5º, 6º, 7º, 8º e 10º anos se despedirem das aulas. O problema é que para o fim do ano letivo se concretizar falta uma etapa decisiva: atribuir as notas finais. E no caso das escolas públicas ninguém sabe quanto tempo pode demorar até serem conhecidas. Em anos 'normais', as reuniões em que todos os professores da turma se sentam à mesa para propor e confirmar as classificações de cada aluno começam mal as aulas terminam. Em anos de contestação entre professores e governo, o processo torna-se mais complicado.

A greve às reuniões de avaliação iniciaram-se na semana passada, por via da marcação do Sindicato de Todos os Professores (STOP). E a avaliar pelo balanço feito pelos dirigentes deste novo sindicato, que dizem ter feito adiar reuniões dos conselhos de turma em um terço (cerca de 400) dos agrupamentos escolares do país, a partir de segunda-feira, com o início da paralisação marcada por todas as organizações sindicais, espera-se que os adiamentos aconteçam em praticamente todas as escolas. E esta sexta-feira já entraram pré-avisos para estender os protestos até 13 de julho.

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