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Caixa. Venda de 'joia da coroa' em França leva a greve sem fim à vista

"A sucursal da CGD em França tem sido despedaçada. Nem os telefones funcionam e por vezes são os clientes que têm de emprestar os seus telemóveis aos funcionários para estes telefonarem para Lisboa", acusam os sindicatos

Foto Luís Barra

Mobilização contra um alegado plano de privatização da sucursal francesa da Caixa Geral de Depósitos começou há dois meses. Esta sexta-feira há nova manifestação junto à Embaixada de Portugal em Paris, onde decorrerá uma receção oficial para assinalar o Dia de Portugal

“Não à alienação” e “A Caixa unida jamais será vencida” são dois dos principais slogans dos grevistas e manifestantes que desde há oito semanas tentam travar um plano de reestruturação das principais delegações da Caixa Geral de Depósitos no estrangeiro.

Em questão, no caso francês, está um projeto de venda da sucursal do banco público que, com 48 agências, mais de 500 trabalhadores e 150 mil clientes, é considerada por algumas fontes ouvidas pelo Expresso como sendo a 'joia da coroa' do banco no estrangeiro. A rede francesa da Caixa contabiliza 2,3 mil milhões de euros em depósitos, 2,1 mil milhões em créditos e 330 milhões de euros em transferências anuais para Portugal.

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