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“Estou muito bem, senhores deputados”. Jovem adotada pela IURD nega estar em perigo em carta enviada ao Parlamento

Na semana passada, a mãe biológica de uma jovem de 25 anos adotada por responsáveis da IURD nos anos 1990 comunicou à Assembleia da República o receio de que a filha esteja a ser coagida e “em perigo”, por lhe ter perdido o rasto nos últimos meses. Deputados enviaram a denúncia para o Ministério Público. A jovem respondeu esta terça-feira

Joana Pereira Bastos

Joana Pereira Bastos

Editora de Sociedade

d.r.

A jovem adotada por responsáveis da IURD nos anos 1990, cuja mãe biológica disse na semana passada ao Parlamento recear que esteja em perigo, escreveu esta terça-feira uma carta aos deputados garantindo que está bem.

Na semana passada, a mãe biológica de Vera foi ouvida, à porta fechada, na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, comunicando aos deputados o receio de que a jovem esteja a ser limitada na sua liberdade de movimentos e coagida pela Igreja Universal do Reino de Deus desde que deixou os Estados Unidos, onde vivia, e viajou para Portugal, no início do ano, na sequência da transmissão de uma reportagem da TVI que denunciou a existência de uma alegada rede internacional de adoções ilegais montada por aquela Igreja nos anos 1990. Segundo disse ao Parlamento, o receio da mãe deve-se ao facto de Vera ter desativado a sua conta no Facebook e ter interrompido as mensagens que chegou a trocar com a irmã biológica naquela rede social, após a divulgação da reportagem.

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