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“Não se pode receber o diagnóstico e partir vencido”

FOTO GETTY

Na data em que se assinala o dia mundial do cancro do pulmão, Armando Júnior, 62 anos, a quem a doença foi diagnosticada em 2013, partilha com o Expresso como passou do pessimismo à esperança e o que mudou na sua vida durante este processo. Um testemunho que é um alerta, em nome da principal arma contra a doença, que em Portugal afeta mais de 4.300 pessoas: a prevenção

“Saber que tinha cancro do pulmão não foi o meu primeiro susto. Mas foi o pior. Já era doente oncológico, depois de em 2011 me ter sido detetado um cancro no rim, mas confesso que nunca me passou pela cabeça que esta doença em concreto se atravessasse na minha vida.

A confirmação aconteceu em outubro de 2013, oficialmente depois do resultado da biópsia a que me ‘obrigou’ o tumor detetado numa TAC, alojado no pulmão direito. Foi na sequência de uma consulta, quase de rotina, a que finalmente fui para me queixar das dificuldades respiratórias que sentia. Em retrospetiva, talvez pudesse ter ido uns meses mais cedo, devia ter dado mais atenção a esse sinal... Por isso digo: estarmos atentos e apostar na prevenção devem ser as prioridades.

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