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Operação Marquês: “A credibilidade de uma investigação está no seu conteúdo e não na rapidez”

Nuno Botelho

A PGR impôs um prazo para a conclusão da Operação Marquês que termina na próxima sexta-feira. O Jornal “I” diz que vai haver um novo adiamento e a SIC revela que há uma reunião na próxima quarta-feira decisiva para o caso. Perguntámos a um procurador e a um advogado se um quinto adiamento não é excessivo

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

Rui Gustavo

Rui Gustavo

Jornalista de Sociedade

António Ventinhas, procurador da República

Um novo adiamento põe em causa a credibilidade da investigação da Operação Marquês?
Não. Porque a credibilidade de uma investigação tem de assentar no seu conteúdo, não no tempo que demora a conseguir apurar os factos. As investigações precisam de tempo. E muitas vezes os prazos impostos não contam com os novos dados que surgem na investigação.

A acontecer, este será o quinto adiamento. Não é demasiado?
Não me quero pronunciar sobre isso. Mas posso dizer que a equipa tem trabalhado de forma muito empenhada. Sei que há fatores externos que estão atrasar o desfecho do processo, como a falta de resposta a cartas rogatórias e a falta de colaboração de países estrangeiros.

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