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Expresso

  • O Parlamento britânico foi atacado e não se sabe quase nada

    Diário

    Hélder Gomes

    Três feridos foi o resultado de uma manhã conturbada à frente do Parlamento na capital britânica. Um homem atirou-se com o carro que conduzia contra as barreiras de segurança, sendo detido no local. A polícia está a lidar com o incidente como “possível ataque terrorista”, o que, a confirmar-se, seria o segundo contra o Parlamento em pouco menos de 18 meses

  • A rainha do “Respect”

    Diário

    Nuno Galopim

    Uma canção que era um grito de luta pela igualdade de género e um hino pelo respeito e pela liberdade granjeou-lhe em meados dos anos 60 o respeito que a tornaria na rainha da música soul. Depois de 48 álbuns, milhares de espetáculos, vários filmes e uma extensa lista de prémios e distinções, despediu-se dos palcos e da carreira no ano passado. Depois de notícias que a davam esta segunda-feira como gravemente doente, já regressou a casa. E seja qual for o seu estado de saúde, fica uma certeza sobre Aretha: o silêncio não irá instalar-se

  • E a melhor cidade do mundo para se viver é... (e a pior?)

    Diário

    Margarida Mota

    Pela primeira vez, uma cidade europeia foi considerada a melhor do mundo para se viver, obtendo pontuação máxima ao nível de cuidados de saúde, qualidade da educação e infraestruturas. Em 140 cidades, Lisboa surge depois do primeiro terço da tabela... mas ainda assim à frente da “capital do mundo”

  • A startup de ADN luso que prefere ser uma barata do que um unicórnio

    Diário

    Maria João Bourbon

    É uma das poucas empresas criadas por portugueses a ter integrado a aceleradora e incubadora norte-americana YCombinator, considerada a “Harvard das startups”. A Amplemarket, assistente virtual de vendas com recurso a inteligência artificial, nasceu em 2016 de uma necessidade sentida pelos seus fundadores noutra empresa que tinham lançado. Tem sede em São Francisco, mas está a contratar em Portugal

  • Afrin, um enclave de paz que se mudou 60 quilómetros para sudeste depois de ter deixado de o ser

    Diário

    Ana França

    Há seis meses a guerra em Afrin parou, porque os curdos deste enclave pacífico no norte da Síria não aguentaram mais opor-se ao Exército turco que os invadiu. Milhares fugiram para as regiões rurais à volta de Alepo e é lá, em campos de refugiados numa zona destruída pelo Daesh, que estão a reconstruir as suas vidas. O espírito liberal dos curdos de Afrin foi transplantado e está a crescer a 60 quilómetros da sua casa espiritual

  • Crise cambial turca provoca quebra nas bolsas mundiais

    Diário

    Jorge Nascimento Rodrigues

    A onda vermelha nos mercados financeiros provocada pela crise da lira turca provocou esta segunda-feira estragos avultados na Ásia e na Europa. Os analistas começam a temer que seja mais um fator de perturbação na zona euro, onde a Itália é o elo mais fraco. O risco de uma crise como as de 1994 e 1997 nas economias em desenvolvimento vem à memória