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Tribuna

Nacional bate Belenenses por expressivos 4-2

A equipa de Manuel Machado alcançou uma vitória folgada na recepção ao Belenenses (4-2). (Visite o dossiê do Campeonato da I Liga)

O Nacional da Madeira alcançou hoje uma vitória folgada, por 4-2, na recepção ao Belenenses, em jogo da 11ª jornada da Liga, mas chegou a ter o triunfo em dúvida, a poucos minutos do fim. Os dois golos de Nenê, no primeiro tempo, marcaram a diferença de qualidade entre as equipas mas um súbito adormecimento da equipa madeirense, na segunda metade, permitiu um perigoso empate, só desfeito nos últimos minutos da partida. Após um primeiro livre directo muito perigoso de Patacas, aos 13 minutos e um remate à entrada da área de Juninho, dois minutos volvidos, José Pedro ameaçou a baliza do Nacional, ainda antes da vintena de minutos, no primeiro remate à baliza adversária, que Bracalli defendeu sem dificuldade. A turma de Manuel Machado, mesmo sem muitas dificuldades, continuou a dominar o jogo e chegou ao golo, naturalmente, através de Nenê, os 23 minutos, após livre da esquerda de Juninho. O goleador do Nacional e da Liga tornou a marcar, aos 38 minutos, quando Miguel Fidalgo o 'descobriu' na ala direita do ataque, com o brasileiro a bater em velocidade Mano e fazer o seu sétimo tento na Liga. Na segunda metade e, quando menos se esperava, os homens de Belém reduziram a desvantagem, mercê de um golo fortuito de Silas, com a bola ainda a embater em Cléber, aos 61 minutos. A equipa madeirense tinha o jogo completamente dominado mas Fabiano foi expulso, aos 75 minutos e, cinco minutos volvidos, o Belenenses chegou ao inesperado empate, através do recém entrado Marcelo, perante uma apatia incompreensível da defesa local. Mesmo com 10, a superioridade do Nacional era evidente e a equipa teve a sorte de, dois minutos volvidos, Luís Alberto arrancar um cruzamento para a área, onde surgiu ao segundo poste, na direita, Mateus, a rematar em esforço para o tento da vitória.

Os 'azuis' quebraram de vez e a goleada madeirense só não surgiu devido à sua ineficácia ofensiva, que Cléber ainda disfarçou, aos 88 minutos, ao fazer facilmente o quarto golo da equipa da Choupana.

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