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Estoril Open: Nem a raqueta dupla salvou Battistone

Tenista norte-americano que serve com um movimento típico do voleibol tornou-se atração principal no Estoril Open mas acabou por perder nos pares.

Bruno Roseiro, no Estoril Open (www.expresso.pt)

Para alguns futebolistas, ter duas bolas em jogo poderia ser uma alegria: ficavam com uma só para eles e deixavam os companheiros brincar com a outra. E assim seria no basquetebol ou no andebol. Mas no desporto não existem milagres de multiplicação a não ser no ténis - basta ver o caso de Brian Battistone, não com bolas mas com... raquetas.

O tenista norte-americano rapidamente passou a ser um dos centros de atenção no Estoril Open pela novidade que trouxe ao jogo: uma raqueta que tem dois cabos, o que, segundo o jogador, facilita bastante em alguns gestos em particular do ténis. Até a servir, e ao contrário do normal, o movimento de Battistone assemelha-se mais a um serviço de voleibol do que propriamente de ténis.

Ainda assim, nem mesmo a raqueta especial conseguiu fazer com que o gigante norte-americano (1,90m) ficasse em competição: atuando com o sul-africano Anderson, a dupla perder com Berlocq (Argentina) e Riba (Espanha) em apenas dois sets, com os parciais de 6-2 e 6-4.