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Vasco Pulido Valente: "A única saída para alguém como Bruno de Carvalho era destruir o Sporting"

Bruno de Carvalho acha que os jornalistas não o pintam como deve ser. “Eu sou popular e sou um exemplo de vida: tive um sonho, lutei, ganhei e tornei-me presidente do Sporting Clube de Portugal”

tiago miranda

Entrevista ao comentador político sobre um fenómeno chamado Bruno de Carvalho

Luís M. Faria

Jornalista

O que o fez interessar-se pelo caso Bruno de Carvalho?
Nunca me interessei por futebol. Achei-o sempre uma grande maçada. Mas tive curiosidade por esta história toda e acompanhei-a ao milímetro, porque me pareceu o modelo exato de um movimento populista. O que aconteceu no Sporting só podia ter acontecido no Sporting. É típico de um certo regime político. Há os notáveis de um lado e o povo do outro. No Sporting, ainda por cima, os notáveis estavam representados nos órgãos sociais. Até há pouco tempo, o Conselho Leonino era eleito quando era eleito o presidente e tinha poderes que, embora diminutos, eram poderes. Nenhum outro clube tem uma espécie de Câmara dos Pares que vigie o que querem fazer o executivo e o povo, por assim dizer. Além do Grupo Stromp e do grupo dos cinquentenários, aos quais o chefe tem de mostrar deferência.

Para continuar clique AQUI e leia a entrevista a Vasco Pulido Valente