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Cultura

Bono em entrevista: “A demonização do ‘outro’ está de volta”

Os U2 estão de regresso a Portugal para dois concertos na Altice Arena, a 16 e 17 de setembro, e Lisboa recebe o cantor de rock mais intervencionista e relevante dos nossos dias. A atual digressão está pejada de referências políticas. A sua última grande entrevista também. Emmanuel Macron, Mike Pence, George W. Bush, Aung Suu Kyi e “o homem que não pode ser mencionado” estão na berlinda

Jann S. Wenner (fundador e diretor da revista "Rolling Stone")

Uma entrevista realizada ao longo de duas sessões, à mesa da cozinha do apartamento de Jann S. Wenner, fundador e diretor da revista "Rolling Stone", em Nova Iorque. Ao virar da esquina encontra-se o local onde Bono mora quando se encontra na cidade. Em pessoa, escreve Wenner, o vocalista do U2 é caloroso, cativante e cauteloso, mesmo quando discute temas difíceis. O que transparece claramente é a sua ambição, tão intensa como sempre.

Os U2 continuam com fome — de novas abordagens à escrita de canções, de encontrar o seu lugar na era do streaming, de desenhar novas digressões. E Bono continua a aplicar muita energia em causas globais, a encontrar-se com líderes mundiais e a trabalhar na ONE, a organização que luta contra a pobreza extrema. É um exemplo raro de estrela rock — tão artista quanto ativista. Como sempre, mantém o otimismo. E é um dos maiores conversadores do rock, cheio de espírito e candura e poesia.

Para ler a entrevista na íntegra clique AQUI