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A fúria de um homem chamado António

“Variações” está na reta final da rodagem. Com o filme será publicada uma banda sonora que revelará um inédito. Nos arquivos anda um ‘disco perdido’. Em 2019 será estreada outra peça de teatro e pode ser criado o museu. António está mais vivo hoje do que nunca

É apenas um lance de escadas mas, naquele serão, descê-las foi como mergulhar 37 anos no tempo. A data? 18 de março de 1981. Naquela histórica noite, o Trumps, um clube que abrira recentemente as portas na zona do Príncipe Real, em Lisboa, acolhia uma atuação de António que, como um anúncio então publicado na imprensa indicava, era “autor e intérprete” e fazia-se acompanhar pelo “grupo Kamizake e amigos”.

O mesmo Trumps recebeu há poucas semanas a recriação desse momento numa zona da discoteca que corresponde à sala em que, então, António apresentou as suas canções a uma plateia que, como começava a acontecer naquele espaço, juntava gentes da moda, do espetáculo e uma nova boémia que por aqueles tempos emergia na cidade. A recriação desse concerto corresponde a uma cena de “Variações”, filme ao qual o seu realizador, João Maia, começou a dedicar atenção em 2003

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