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Crónica

SNS: grito de alerta

Foto Rui Duarte Silva

Na altura em que o Serviço Nacional de Saúde faz 39 anos, o bastonário da Ordem dos Médicos faz um alerta e um apelo ao primeiro-ministro, para evitar o colapso do mais importante serviço público nascido do 25 de Abril, criado no dia 15 de setembro de 1979

Na entrevista que deu ao jornal Expresso de 11 de agosto, o Primeiro-Ministro (PM) António Costa afirmou, a propósito do estado da Saúde em Portugal, que “já todos nós temos idade suficiente e experiência acumulada para sabermos que o sector da saúde é um sector onde com muita facilidade se generaliza e se torna como paradigma situações pontuais. Se alguém espera que o Prof. Adalberto Campos Fernandes deixe de ser Ministro da Saúde para que esses problemas se resolvam por arte mágica, podem tirar o cavalinho da chuva que ele não deixará de ser ministro”.

O PM, ao reafirmar que no sector da saúde os problemas são situações pontuais, ignora o desespero e a dedicação da imensa maioria dos médicos e, em especial, daqueles com funções de direção, que tiveram a coragem de publicamente, ao se demitirem, darem um grito de alerta pela defesa dos doentes e da qualidade da medicina. Já todos esperamos que o ministro da Saúde negue de forma reiterada a evidência da realidade. Mas do PM esperávamos mais. Esperávamos e esperamos que seja a reserva do Governo, que tenha bom senso e respeite as pessoas, o património mais importante do país.

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