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O pior crime de Trump

É estranho que haja bloqueios, sanções económicas e até guerras contra estados que põem em risco a liberdade, a democracia ou apenas o poder de outros Estados e que se mantenha tanta tolerância perante aqueles que se recusam a participar na derradeira tentativa de salvar a única casa que temos

Sobre a conferência de um comité de negacionistas da Universidade do Porto (expresso.sapo.pt/sociedade/2018-09-06-Conferencia-negacionista-sobre-alteracoes-climaticas-Nao-vao-discutir-ciencia-vao-discutir-profissoes-de-fe-1#gs.lNS6Y20), a convite de uma académica, não tenho nada de especial a dizer. Concordo com a posição tornada pública pela Universidade. Distanciando-se das posições dos convidados, diz que a academia deve ser palco “de debate e discussão por excelência, onde a partilha de diferentes ideias e perspetivas deve ser valorizada”. Preocupante é a organizadora do evento dizer que não vai convidar alguém que diga que a causa das alterações climáticas é o CO2 porque “isso não é ciência, é política”. Deve a Universidade dar tanta latitude a quem, contrariando o consenso científico, se recusa a confrontar-se com ele? Deve. Ficando claro que estamos perante propaganda sem contraditório, não perante um debate científico.

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