Siga-nos

Perfil

Expresso

Israel assume-se como um estado racista

A inscrição na lei do direito exclusivo dos judeus à autodeterminação nacional, que confere a Israel o estatuto oficial de Estado racista, é apenas a chegada de uma longa caminhada. Os passos seguintes são a consumação da expulsão ou do genocídio de qualquer grupo étnico ou religioso que ponha esta premissa em causa

Israel não tem uma Constituição mas a aprovação da “Lei Básica: Israel – Estado-Nação do Povo Judeu” faz, a partir de agora, as suas vezes no que é fundamental para compreender a natureza do país. Esta legislação materialmente constitucional, aprovada pelo Knesset sete anos depois de ter começado a ser debatida, tem três consequências práticas: o hebraico é a única língua oficial do Estado e o árabe, falado por 20% dos cidadãos, fica apenas com “estatuto especial”; Israel assume-se como pátria histórica do povo judaico que tem o direito exclusivo à autodeterminação nacional; e Jerusalém é a capital do país.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito para Assinantes ou basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso, pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)