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Expresso

A vida de saltos altos

Favores em cadeia no Natal

Carolina Reis (sapato nº 37)

Tenho quase sempre ataques de raiva quando recebo aqueles mails irritantes que se enviam para toda a gente. Do género "passa aos teus contactos e terás sorte até ao fim da vida". Ou "o meu gato/periquito/pai/irmão fugiu, passa este e-mail a toda a gente para o encontrarmos". Eloquentes mensagens sempre finalizadas com a belíssima mensagem: "Isto é, totalmente, verdade".

Assim que vejo o assunto não dou hipótese ao e-mail. Apago-o sem a mínima curiosidade. Quase que repeti a atitude há três semanas, quando li a seguinte mensagem: Natal 2008 - Espalhe essa ideia!!!! Abri-a sem querer, confesso. As duas primeiras linha agarraram-me. Não pela campanha que promoviam, mas pela ideia que me deram.

E que tal, se neste Natal dessemos um presente a quem não tem nada debaixo da árvore? De certeza que nenhum de nós precisa sair da comunidade onde vive para encontrar alguém que fica feliz com um brinquedo, uma camisola ou um prato de comida. Já agora e se multiplicassemos esta ideia mais algumas vezes por ano? Afinal qualquer um/uma pode ser uma Mãe/Pai Natal?